A expressão À mulher de César não basta ser honesta, deve parecê-lo já ocorria nas Vidas Paralelas de Plutarco, inserida num relato da vida de Cícero.
O seu significado remete-nos, essencialmente, para a ideia de que devemos sempre agir de uma forma que nos apresente acima de todas as suspeitas, mesmo que nada de errado tenhamos feito. Poderíamos até recordar a história de um dado político português, “engenheiro”, que, face a um conjunto repetitivo de processos em tribunal, se defendeu repetidamente dizendo que andava a ser perseguido, argumento que só convence aqueles que nele sempre acreditariam, mesmo face a qualquer tipo de prova real em contrário. Isso não o faz parecer honesto, mas muito menos o será.

!["O cavaleiro que fazia falar as vaginas [e os rabos]", de Garin "O cavaleiro que fazia falar as vaginas [e os rabos]", de Garin](https://mitologia.pt/wp-content/uploads/2026/06/O-Cavaleiro-que-Fazia-Falar-as-Vaginas-e-os-Rabos.jpg)



