A história de Hero e Leandro parece ter sido de alguma popularidade na Antiguidade, mas as linhas que se seguem referem-se, mais particularmente, a um poema de Museu Gramático (nome que lhe é dado para o diferenciar do mais famoso, e antigo, Museu), em que este abordava, de uma forma belíssima, a história de amor dessas duas figuras.
Hero era uma virgem sacerdotisa de Vénus que vivia numa torre. Um dia, num festival da deusa, Leandro viu-a e apaixonou-se por ela… Mas desta vez, mais do que contar o resto desta história – que dificilmente faria justiça ao poema de Museu – irei apenas dizer que quando Leandro pretende incitar Hero à prática do amor, começa a surgir uma sequência retórica de uma beleza esplêndida, e que só poderá ser julgada devidamente quando lida em primeira mão. Fica, portanto, o convite para que este texto seja lido, por exemplo, em tradução inglesa aqui, ou em grego e francês aqui.
!["O cavaleiro que fazia falar as vaginas [e os rabos]", de Garin O-Cavaleiro-que-Fazia-Falar-as-Vaginas-e-os-Rabos](https://mitologia.pt/wp-content/uploads/2026/06/O-Cavaleiro-que-Fazia-Falar-as-Vaginas-e-os-Rabos-300x199.jpg)




