Para rir um pouco…

Este domingo deixamos por cá um vídeo que satiriza as leituras demasiado académicas que por vezes são feitas de coisas muito simples. Mais que tudo, talvez devessemos perguntar – será que era isso que o autor original pretendia? Frequentemente, a resposta é negativa…

Gostas de mitos, lendas, livros e curiosidades antigas?
Subscreve grátis e recebe os nossos novos artigos por e-mail!

8 comentários em “Para rir um pouco…”

    • Só oito minutos?! Nós vimos o vídeo todo, enquanto jantávamos; por volta dos 26 minutos, a sequência da banda desenhada é vista à luz da religião e de ideias que já vinham de tempos do Zoroastrianismo… mas gabamos a paciência de quem faça o mesmo, e veja o vídeo do início ao fim!

      Responder
  1. Seriamente, do que vi não pareceu sátira, antes muita seriedade mística, quase realidade paralela 🙂
    Talvez entretanto ganhe coragem para ver mais uns minutos e encontre a sátira que indicam.

    Responder
    • Mas é uma sátira, sim, porque… claro que qualquer pessoa pode fazer aquilo, aquele nível de leitura académica, mas é um completo absurdo, os alunos saíriam todos da sala e quase certamente que diriam que o professor é maluco!

      Responder
      • A sátira implica consciência do seu uso – este senhor (Philip Glass?) parece-me crer profundamente no que diz. A menos que lá para o fim surja uma espécie de “ah, ah, enganei-te!” :))
        Estou a ver aos bocadinhos, e com batota… muita batota!

        Responder
          • Esclarecida!
            Nunca fui grande apreciadora do Garfield, mas estava a ganhar-lhe um extraordinário pó enquanto pensava se o senhor o teria snifado… 😀
            Assim sendo, sátira será. E, agora que tranquilizada (estava verdadeiramente incomodada com a psique do orador), fiquei curiosa por ver tudo :))

          • Atenção… aquilo faz algum sentido – faz! O problema é que é um nível de leitura da obra que ao comum mortal parecerá uma completa maluquice, na medida que não é suposto que se tente fazer uma leitura daquela natureza com algo tão simples como três quadradinhos de uma banda desenhada. Seria como se alguém pegasse em “Grândola, Vila Morena” e por artifícios retóricos conseguisse provar que, na verdade, a canção é um enorme elogio à ditadura e ao trabalho de Salazar, bem oculto entre um primeiro nível de leitura que leva toda a gente a pensar o contrário… é possível fazê-lo? É, mas soaria uma maluquice a 99,9% das pessoas.

Deixe um comentário