O que diz o hino da Champions League? (com tradução portuguesa)

Em dia de futebol europeu costuma surgir frequentemente uma questão – o que diz o hino da Champions League? E, nesse sentido, será que até é possível traduzi-lo para português? Face a essa questão dupla, comece-se, portanto, por recordar a música em questão:

Quem prestar atenção a esta música da UEFA Champions League, tal como a reproduzimos aqui, poderá notar, sem muita dificuldade, que ela tem mais versos do que aquela versão que tende a aparecer nas nossas televisões. Isso acontece porque, na verdade, o hino em questão, datado do ano de 1992, raramente é tocado na sua forma completa, mas quase sempre numa versão simplificada, de que apenas são incluidos alguns dos seus versos, em específico o refrão, que sublinhamos na reprodução abaixo. Assim, na sua forma completa, a canção tem a seguinte letra, a que aqui também juntamos uma breve tradução para língua portuguesa:

Hino da Champions League, com tradução

Ce sont les meilleures équipes [Estas são as melhores equipas]
Es sind die allerbesten Mannschaften [Estas são as melhores equipas]
The main event [O evento principal]

Die Meister [Os Mestres]
Die Besten [Os Melhores]
Les grandes équipes [As grandes equipas]
The champions [As campeãs]

Une grande réunion [Uma grande reunião]
Eine grosse sportliche Veranstaltung [Um grande evento desportivo]
The main event [O evento principal]

Die Meister [Os Mestres]
Die Besten [Os Melhores]
Les grandes équipes [As grandes equipas]
The champions [As campeãs]

Ils sont les meilleurs [Eles são os melhores]
Sie sind die Besten [Eles são os melhores]
These are the champions [Eles são os campeões]

Die Meister [Os Mestres]
Die Besten [Os Melhores]
Les grandes équipes [As grandes equipas]
The champions [As campeãs]

Não é propriamente uma canção muito complexa, ou particularmente bela, este hino da Champions League. Porém, parece que o grande problema em compreendê-la é o facto de ter versos em três línguas diferentes – Alemão, Francês e Inglês – o que pode confundir significativamente aqueles que a ouvem. Ainda assim, este é um daqueles exemplos em que a forma parece importar mais do que o próprio conteúdo. Como atesta um jogador de futebol, citado no site da UEFA, “It’s always emotional to hear the Champions League anthem”, e talvez seja mesmo esse o grande objectivo da canção, uma forma muito concreta, mais do que um conteúdo belo, que lhe dá um sentido quase religioso entre os jogadores, técnicos e fãs. Talvez seja até por isso que, mesmo que sejam poucos os que sabem a letra deste hino, muitos o conseguem entoar e reconhecer sem dificuldades de maior…

O (outro) Jardim Zoológico de Lisboa

Quando, hoje, se fala de Jardim Zoológico de Lisboa, as pessoas tendem quase sempre a pensar num recinto lisboeta que está localizado na chamada Quinta das Laranjeiras. E é, de facto, aí que ele está, desde 1905 até aos nossos dias de hoje, mas o que já poucos parecem saber é que a capital de Portugal já teve, em outros tempos, um zoo num local muito diferente. Entre os anos de 1884 e aproximadamente 1905 da sua história – ou seja, durante quase 21 anos – ele esteve num local que ora chamam “Parque de São Sebastião da Pedreira”, ora chamam “Parque da Palhavã”, ou mesmo “Parque de Santa Gertrudes”, mas que na verdade são quase um e o mesmo sítio… e que, ainda menos pessoas parecem saber, ainda existe nos nossos dias de hoje!

Entrada do antigo Jardim Zoológico de Lisboa

Na imagem acima pode ser vista uma rua de Lisboa por onde passam milhares e milhares de pessoas todos os dias. Esta entrada acastelada foi outrora a do Jardim Zoológico de Lisboa – ou, como era chamado na altura, o “Jardim Zoológico e D’Acclimação”. O nome gravado nesta entrada desapareceu com os anos, mas a entrada ainda lá está, impávida e serena, como no primeiro dia de todo o espaço. Na altura a entrada custava “100 reis” (não fazemos ideia de quanto será em escudos ou euros), “50 reis para crianças até aos 12 anos e militares sem graduação”, com preços que dobravam às quintas-feiras.

 

Agora, uma pessoa mais curiosa poderá perguntar o que aconteceu a todo o espaço… chegou aos nossos dias um pequeno guia literário deste primeiro zoo, datado de 1884, em que são explicadas as regras do local, onde são reveladas as 56 espécies que lá estavam, e em que é até apresentado um mapa de todo o espaço. Nesse mapa – já voltaremos a ele – é dito que o recinto tinha “14 hectares, oito de parque e seis de terreno arrendado”, e o que aconteceu foi que em poucos anos parte desse terreno – presume-se que o arrendado – deixou de estar disponível, o que levou os responsáveis a procurar um novo local para o seu Jardim Zoológico de Lisboa, acabando este por fixar-se, em 1905 e como já dito antes, na Quinta das Laranjeiras. Mas, então, onde está hoje esse espaço anterior?

Mapa do Jardim Zoológico de Lisboa, no espaço antigo

Na imagem acima pode ser vista uma comparação entre o espaço do antigo Jardim Zoológico de Lisboa e o mesmo local tal como ele está nos dias de hoje. A laranja e a vermelho assinalaram-se uma torre que existe no local e a entrada já mostrada acima. Postos assim, lado-a-lado, os dois espaços, é fácil notar a semelhança que ainda têm hoje, passado mais de um século, até na geometria das ruas que circundam o local, com a Fundação Calouste Gulbenkian a ocupar, agora, parte do jardim original. É difícil saber-se se, passado esta centena de anos, ainda algo resta do espaço zoológico de outros tempos, mas podemos tentar perceber isso…

 

No mapa acima, como já foi referido, encontravam-se oito hectares de parque próprio e seis de terreno arrendado. O primeiro desses dois talhões está na parte superior da imagem, enquanto que o espaço arrendado era onde se localizava a entrada, ou seja, na parte inferior. A existir ainda algo deste espaço antigo, teria de ser entre o que é agora o Museu Calouste Gulbenkian e a entrada do recinto zoológico (o remanescente, na parte superior da imagem, teve vários usos ao longo das décadas, incluíndo o de Feira Popular em 1943). Não abundam, imagens do espaço em questão, mas ele pode ser visto numa gravura de um jornal da época, aqui invertida para reter a perspectiva apresentada acima:

Interior do antigo Jardim Zoológico de Lisboa

Quase ao centro pode ser vista a entrada do recinto (o palácio ao fundo ainda existe, pertence hoje ao Exército), e do lado esquerdo está a torre a que já aludimos acima. Percebem-se aqui pelo menos duas estruturas interiores do jardim, uma ao lado esquerdo da entrada e outra quase na margem do lago… mas parecem ambas frágeis, temporárias, incapazes de sobreviver a um século do nosso tempo humano. Portanto, se algo ainda nos chegou do espaço deste antigo Jardim Zoológico de Lisboa, será apenas a própria entrada, a torre que flancava o recinto, e talvez algumas árvores do seu interior, todos eles num espaço privado a que não é fácil conseguir aceder nos nossos dias. Mas a referência a um espaço que em outros tempos até parece ter sido bonito, essa, poderá perdurar na memória de todos aqueles que se cruzem com a sua antiga entrada, hoje na Rua Marquês de Fronteira (antiga “Estrada da Circunvalação”), a menos de 200 metros do Corte Inglés…

Os poderes do Bruxo de Fafe são verdadeiros?

Desde há uns anos para cá que se ouve falar nas notícias desportivas de uma tal figura chamada Bruxo de Fafe. De nome Fernando Nogueira, ele é provavelmente um dos mais famosos ocultistas de Portugal – talvez a par do Professor Bambo e de um tal Mestre Alves – mas nunca é muito bem explicado o que ele faz ou deixa de fazer. Normalmente a questão seria fácil de resolver, se ele tivesse um site na internet ou uma página nas redes sociais com os contactos – o que não parece ser o caso – mas na ausência dessa informação foi-nos colocada uma questão inesperada – afinal, em que acredita esta figura? Ou, se assim preferirem, se o famoso Professor Bambo se diz um “prestigiado médium vidente”, em que consistem os alegados poderes desta outra figura do ocultismo nacional?

Quem é o Bruxo de Fafe?

Quem procurar algumas imagens do senhor depressa se aperceberá que ele não é padre católico, nem estudou Teologia, mas rodeia-se sempre de uma iconografia essencialmente cristã, o que é comum em diversas religiões da América do Sul. Esta ideia parece até ser confirmada por uma entrevista muito recente em que, ameaçando Joana Marques, disse as seguintes palavras:

Ela está-se a meter com o bruxo de Fafe… Ou pára ou tem o Inferno atrás para toda a vida. Nunca mais se vai ver livre do Diabo. (…) Com o meu trabalho, invocarei todos os exus do mar e dos cemitérios e ela vai ter a maldição dos mortos-vivos.

A palavra mais importante nestas ameaças e estranhas crenças é provavelmente “exus“. Usada assim, no seu plural, não se refere a um orixá, mas a um conceito da Umbanda – uma religião afro-brasileira, constituída por uma espécie de fusão de crenças africanas com o Cristianismo – que pode ser resumido na nossa cultura portuguesa como um espírito intermediário entre os vivos e os mortos. Esse tema, em si, é até muito interessante, mas terá de ficar para outro dia, face a uma questão mais relevante – será que este Fernando Nogueira viveu no Brasil, num qualquer país africano, ou estudou com alguém que perceba dessas religiões?

Infelizmente, não parecem existir entrevistas em que ele revele o seu passado de forma fidedigna, mas conseguimos encontrar uma intervenção televisiva de 2013 que revela alguns elementos muito interessantes… mas cuidado, este vídeo pode ser impróprio para os mais sensíveis, até porque tem alguns momentos que fazem relembrar exorcismos como o de Anneliese Michel:

Neste vídeo Fernando Nogueira não diz ter aprendido o que sabe no estrangeiro, nem nos informa que o seu conhecimento lhe foi transmitido por uma outra pessoa, o que é muito curioso… E ainda mais porque no vídeo refere conceitos como “porta aberta”, “chakras” e “incensos”, faz alusão ao acto de “incorporar”, a “poderes espirituais”, “conhecimentos bíblicos”, e a muitas outras coisas que… para quem perceber pouco ou nada destes temas, são ideias e conceitos que pertencem a religiões e crenças místicas completamente diferentes. É, por exemplo, importante frisar que mesmo na Umbanda a cura é normalmente feita por intermédio dos exus, mais do que pela intervenção humana, o que não acontece nos exemplos deste vídeo, em que o dito bruxo até diz transportar os espíritos malévolos para o seu corpo. Assim, aquilo em que o Bruxo de Fafe acredita, a origem e fonte dos seus poderes, é supostamente uma miscelânea de crenças completamente díspares, em que, para citar uma expressão bem portuguesa, “não bate a bota com a perdigota”*, tomando-se proveito do grande desconhecimento, ou mesmo receio, que o público nacional tem desses temas.

 

Portanto, como nos podia perguntar algum leitor, serão os poderes do Bruxo de Fafe dignos de algum crédito? Será que as pessoas no vídeo foram verdadeiramente curadas por ele? Será que ele consegue exorcizar demónios e afastar feitiços malévolos, enquanto também os ameaça fazer aos seus próprios inimigos, como se diz que uma dia até fez ao Benfica? Será ele um novo Luís de La Penha? Nestas coisas de crenças a resposta fica sempre para os leitores, mas deixamos também uma questão que nos parece fulcral – onde aprendeu ele todo aquele conjunto de terminologias que utiliza, que provêm de crenças religiosas totalmente distintas? Mesmo que se pretenda acreditar que os seus conhecimentos lhe foram dados por uma qualquer entidade divina (desconhecida, já que nunca a nomeia), como se compreende essa constante discrepância de crenças, que num momento fala de “exus“, no seguinte recorre a incensos de múltiplas variedades, num terceiro já denota crenças espíritas, e depois até fala de ideias relacionadas com vodu ou com a Bíblia? Não vos parece estranho?!

Se as coisas são para ser assim, tentemos até algo de completamente novo – em virtude dos nossos notórios conhecimentos de Misticismo, os próximos dez leitores que nos contactarem ali em baixo nos comentários, expondo problemas e questões místicas, poderão vir a ter o seu problema resolvido de uma forma completamente gratuita… é mesmo grátis, uma oportunidade única a aproveitar (!), mas não se deixem é enganar por quem vos promete mundos e fundos!

 

 

*- Para quem tiver alguma curiosidade sobre a origem da expressão “não bate a bota com a perdigota”, fazemos aqui um pequeno aparte – uma “perdigota” é uma perdiz muito jovem, e a frase parece referir-se à ideia de que esse animal, escolhido apenas por motivo de rima, não faz par com uma bota (até por serem duas coisas completamente diferentes).

O que significam os números na torradeira?

Hoje falamos sobre os números na torradeira das nossas cozinhas, porque nem só de criaturas estranhas e histórias antigas vivemos nós. Existem verdadeiros mitos a viver todos os dias em nossas casas. Se, por exemplo, já cá falámos sobre o ar nos pacotes de batatas fritas, quantos mais mistérios se escondem em nossas casas? Quer dizer, quando nos preparamos para fazer uma torrada nas nossas cozinhas, hoje temos imperativamente de seleccionar uma espécie de número no próprio equipamento, mas que significado real tem essa opção? Será, como diz muita gente, o tempo – em minutos – que a torradeira irá funcionar para nos dar um pão mais ou menos queimado? Em busca de uma resposta real, pergunte-se então – O que significam os números na torradeira?

Uma torradeira - o que significam os seus números?

Em busca de respostas, antes de bebermos algum chá de menta decidimos conduzir um pequeno teste. Pegámos uma fatia de pão de forma, colocámo-la no centro da torradeira, e seleccionámos o número “1”, contando quanto tempo ela funcionou – cerca de 75 segundos. Depois, repetimos a mesma experiência com outra fatia, desta vez seleccionando o número mais elevado, o “7”, e contámos o seu tempo de funcionamento, que foi de cerca de 210 segundos, i.e. cerca de três minutos e meio. A primeira das duas estava um pouco quente, mas nem por isso tostada; já a segunda estava completamente queimada em ambos os lados, sendo imprópria para consumo.

 

O que significam, nesta sequência, os tais números na torradeira? Certamente que não era o tempo de funcionamento, mas como ainda não conseguíamos ter uma certeza absoluta, fomos também verificar o respectivo manual. Lá, é então revelado que esses números se referem ao “nível de tostagem”, o que corresponde razoavelmente bem ao que testemunhámos na primeira pessoa, mas… seria a torradeira em que conduzimos este teste uma excepção, ou será que todas elas funcionam desta mesma forma?

 

Em busca de respostas mais concretas a essa pergunta mais geral, consultámos então os manuais de diversas torradeiras de marcas diferentes, descobrindo que os números na torradeira podem, mediante o modelo em utilização, significar uma de três coisas – ou o nível de tostagem, como no nosso exemplo particular; ou o tempo de tostagem; ou a potência que vai sendo utilizada para fazer a nossa torrada. Em termos práticos isto até é quase o mesmo, pelo que a sugestão que deixamos é relativamente simples – escolham a opção com o número central e, quase sempre, o processo até funcionará bem!

Quem foram os 12 discípulos de Jesus?

A uma primeira vista, responder a quem foram os 12 discípulos de Jesus, também conhecidos como os seus apóstolos, poderá parecer simples. Bastaria, como pensa a maior parte das pessoas, pegar nos textos do Novo Testamento e recolher todos os nomes que lhes são dados nessa fonte literária, e.g. no capítulo terceiro do Evangelho Segundo São Marcos. E parece simples, claro, até que se percebam que os nomes dos discípulos de Jesus Cristo não são constantes, nem se repetem em todas as fontes sem nenhuma variação. São tipicamente doze, numa alusão velada às 12 tribos de Israel, com Judas Iscariotes a ser posteriormente substituído por uma outra figura para originar um número total de 13, mas fora aqueles casos muito óbvios, como o de Pedro, na verdade quem foram esses discípulos de Jesus Cristo?!

Os 12 discípulos ou apóstolos de Jesus Cristo

Na imagem acima pode ser visto aquele que é provavelmente o mural mais famoso da história do Cristianismo. Nele estão presentes 13 figuras, i.e. as de Cristo e o seu séquito, mais quais são os seus nomes? Pegando nas diversas fontes literárias encontramos os seguintes nomes:

 

  1. Pedro, possivelmente o mais famoso dos discípulos, até pelo facto de Cristo ter feito uma pequena piada entre este nome e o grego πέτρος, i.e. “pedra”.
  2. Judas Iscariotes, o traidor.
  3. João, que muitos dizem ter sido o apóstolo amado, um dos evangelistas.
  4. André, irmão de Pedro, que também era pescador.
  5. Tiago, irmão de João.
  6. Tomé, famoso entre nós pelo facto de ter duvidado da ressurreição física do seu senhor.
  7. Simão, o Zelote.
  8. (Outro) Tiago.
  9. Um terceiro Tiago, que se pensava ser irmão, ou meio-irmão (o que evitava ter de explicar uma possível vida sexual da Virgem Maria), de Jesus.
  10. Filipe.
  11. Mateus, cobrador de impostos, possivelmente um dos evangelistas.
  12. Bartolomeu.
  13. [Judas] Tadeu.
  14. Matias, que veio a substituir Judas Iscariotes.
  15. Barnabé.

 

Se, por um lado, encontrámos 15 nomes de discípulos de Jesus, por outro quem perceber menos destas coisas poderá querer perguntar onde estão, por exemplo, Marcos e Lucas, duas das tais figuras que escreveram os Evangelhos. Na verdade, com excepção do primero e do quarto, que a tradição cristã atribui a Mateus e a João, os outros dois evangelistas nunca foram apóstolos, não conheceram Jesus Cristo na primeira pessoa – Marcos era um seguidor de Pedro, uma espécie de pseudo-apóstolo de segunda geração, que se diz que escreveu as suas linhas com informação que lhe foi dada pelo seu mestre; enquanto que Lucas foi um amigo de São Paulo (i.e. Saul de Tarso), não tendo qualquer ligação mais directa aos doze apóstolos.

 

Portanto, se vos perguntarem quem foram os 12 discípulos de Jesus, ou os nomes dos apóstolos que o acompanharam, convém começar por deixar claro que o seu número era completamente fixo mas as suas identidades nem sempre o eram. Com excepção das figuras que foram tornadas mais famosas em virtude das suas acções no texto bíblico – especificamente Pedro, Judas Iscariotes, João, André, Tiago e Tomé – as identidades dos restantes acompanhantes de Cristo são variáveis nas diversas fontes que nos chegaram, não concordando sequer nos Quatro Evangelhos, quanto mais nas outras fontes literárias!